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Os preços são definidos em dólares americanos. As outras moedas são convertidas apenas para leitura.

De quantos dados precisa mesmo?

Quase toda a gente compra dados a mais ou fica sem eles ao terceiro dia. A resposta honesta depende de uma única coisa: se vê vídeo com dados móveis.

O que gasta mesmo dados

O que os viajantes mais fazem gasta surpreendentemente pouco. Mapas e navegação passo a passo consomem muito pouco — na ordem de alguns megabytes por hora, porque o mapa é desenhado no telemóvel e só os dados do trajeto vêm pela rede. Mensagens, e-mail e cartões de embarque são insignificantes. Páginas web e feeds das redes sociais vão somando devagar. O que custa dinheiro a sério é o vídeo: streaming, feeds que reproduzem sozinhos e videochamadas chegam às centenas de megabytes por hora, e em alta definição podem passar o gigabyte. A cópia de segurança das fotografias é a mais silenciosa — um telemóvel configurado para enviar todas as fotos para a nuvem esvazia um plano pequeno num dia, sem lhe tocar.

Quantidades aproximadas para uma semana fora

Se sobretudo se orienta pelo mapa, troca mensagens e pesquisa coisas, e usa o Wi-Fi do hotel ou do café ao fim do dia, 1 a 3 GB chegam bem para uma semana. Se anda com o telemóvel na mão o dia todo — mapas, pesquisas, redes sociais, uma videochamada de vez em quando —, 5 GB são o meio-termo sensato, e é por aí que a maioria dos viajantes acaba por ficar. Se faz streaming, videochamadas diárias ou trabalha enquanto viaja, leve 10 GB ou mais. Para uma viagem longa ou para partilhar a ligação com um portátil, com 20 GB ou mais deixa de pensar no assunto.

Como esticar um plano mais pequeno

Descarregue os mapas da cidade para uso offline antes de viajar — só isto elimina o maior consumo recorrente da maioria das pessoas. Desligue a cópia de segurança automática de fotografias e vídeos, ou limite-a ao Wi-Fi. Desative a reprodução automática de vídeo nas redes sociais. Descarregue música, filmes e podcasts em casa, em vez de recorrer ao streaming lá fora. Aproveite o Wi-Fi sempre que houver mesmo uma rede disponível e consulte o ecrã de utilização de dados do telemóvel ao fim de dois dias: diz-lhe se está dentro das contas muito antes de ficar sem nada.

O que acontece se os dados acabarem

Os dados param, e é tudo. Nada se renova automaticamente e não há qualquer cobrança extra — não guardamos nenhum método de pagamento, por isso não há forma de lhe chegar uma fatura inesperada. Para continuar, compre outro plano para o mesmo destino: chega como um perfil separado, com o seu próprio código QR; instala-o e passa a usá-lo nas definições do telemóvel. O seu SIM original fica intacto do princípio ao fim.

Comprar um tamanho acima costuma ser o erro mais barato

O preço por gigabyte desce à medida que os planos crescem, por isso o salto de um plano pequeno para o seguinte raramente é proporcional — na maioria dos destinos, um plano de 10 GB custa bastante menos do que dois planos de 5 GB. Ficar sem dados a meio da viagem significa comprar um segundo plano ao preço dos planos pequenos, no Wi-Fi do aeroporto e à pressa. Se estiver mesmo em dúvida, o plano maior é a melhor aposta.

Comparar tamanhos de plano para o seu destino
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